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Selecionamos as principais not√≠cias da cidade de UBERLANDIA MG. Os acontecimentos pol√≠ticos, acidentes de tr√Ęnsito nas rodovias, fatos do centro, dos bairros e do interior. Pesquisamos tamb√©m os jornais locais e as redes sociais, bem como o site da prefeitura.

O trabalho jornal√≠stico consiste em capta√ß√£o e tratamento escrito, oral, visual ou gr√°fico, da informa√ß√£o em qualquer uma de suas formas e variedades. O trabalho √© normalmente dividido em quatro etapas distintas, cada qual com suas fun√ß√Ķes e particularidades: pauta, apura√ß√£o, reda√ß√£o e edi√ß√£o.A pauta √© a sele√ß√£o dos assuntos que ser√£o abordados. √Č a etapa de escolha sobre quais ind√≠cios ou sugest√Ķes devem ser considerados para a publica√ß√£o final. A apura√ß√£o √© o processo de averiguar informa√ß√£o em estado bruto (dados, nomes, n√ļmeros etc.). A apura√ß√£o √© feita com documentos e pessoas que fornecem informa√ß√Ķes, chamadas de fontes. A intera√ß√£o de jornalistas com suas fontes envolve freq√ľentemente quest√Ķes de confidencialidade.A reda√ß√£o √© o tratamento das informa√ß√Ķes apuradas em forma de texto verbal. Pode resultar num texto para ser impresso (em jornais, revistas e sites) ou lido em voz alta (no r√°dio, na TV e no cinema). A edi√ß√£o √© a finaliza√ß√£o do material redigido em produto de comunica√ß√£o, hierarquizando e coordenando o conte√ļdo de informa√ß√Ķes na forma final em que ser√° apresentado. Muitas vezes, √© a edi√ß√£o que confere sentido geral √†s informa√ß√Ķes coletadas nas etapas anteriores. No jornalismo impresso (jornais e revistas), a edi√ß√£o consiste em revisar e cortar textos de acordo com o espa√ßo de impress√£o pr√©-definido. A diagrama√ß√£o √© a disposi√ß√£o gr√°fica do conte√ļdo e faz parte da edi√ß√£o de impressos. No radiojornalismo, editar significa cortar e justapor trechos sonoros junto a textos de locu√ß√£o, o que no telejornalismo ganha o adicional da edi√ß√£o de imagens em movimento.

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Pesquisadores da Universidade Estadual Paulista¬†(Unesp) de Rio Claro (SP) conseguiram um avan√ßo relevante ao encontrar uma subst√Ęncia 100% natural que mata o mosquito da dengue em est√°gio de larva e na fase adulta, ademais de funcionar como repelente.

A descoberta foi feita pelo pesquisador Vinícius Luiz da Silva, em uma parceria entre os laboratórios dos professores Jonas Contiero (Departamento de Bioquímica e Microbiologia) e Claudio José Von Zuben (Departamento de Zoologia), do Instituto de Biociências da Unesp de Rio Claro. O professor Von Zuben estuda há sete anos aspectos da biologia do mosquito para embasar a implantação de estratégias de controle.

O resultado foi obtido atrav√©s do uso da subst√Ęncia ramnolip√≠dio, um metab√≥lito microbiano oriundo da bact√©ria Pseudomonas aeruginosa LBI, associada a solos contaminados por petr√≥leo. A bact√©ria foi encontrada em um terreno onde antes funcionava um posto de combust√≠vel pela equipe do professor doutor Jonas Contiero, do Laborat√≥rio de Microbiologia Industrial da Unesp, que h√° 17 anos realiza pesquisas nessa √°rea.

A subst√Ęncia foi testada contra o mosquito da dengue no Laborat√≥rio de Entomologia, sob responsabilidade do professor Von Zuben, e obteve-se resultado positivo. O ramnolip√≠dio conseguiu eliminar as larvas do Aedes aegypti e igualmente o mosquito adulto. As larvas ficam submersas na √°gua e necessitam subir √† superf√≠cie para respirar. O que mant√©m as larvas na superf√≠cie √© a tens√£o da √°gua. A subst√Ęncia quebra essa tens√£o impedindo a respira√ß√£o das larvas, que morrem. Com rela√ß√£o ao mosquito adulto, a aplica√ß√£o do produto quebra a cut√≠cula do inseto, quer dizer, a parede externa de prote√ß√£o do corpo, levando-o √† morte.

O sucesso nesses dois testes levou os pesquisadores a testar a efic√°cia do ramnolip√≠dio como repelente. Os testes foram feitos com ratos brancos de laborat√≥rio, que foram anestesiados. O animal que teve a subst√Ęncia borrifada no corpo conseguiu repelir o mosquito, enquanto aquele que estava sem o produto foi picado pelo mosquito. Ou seja, a subst√Ęncia comprovou efic√°cia como bio-detergente, inseticida e repelente.

O professor Von Zuben explica que o produto poder√°, no futuro, ser produzido em larga escala para ser utilizado no controle do mosquito da dengue. Por√©m, para isso, √© preciso baratear os custos de produ√ß√£o, que ainda s√£o muito altos. No momento, 10 miligramas da subst√Ęncia custam cerca de R$ 1.500,00. ¬ďO grande desafio √© permanecer os estudos e tentar otimizar a produ√ß√£o, tornando-a mais r√°pida e mais barata para a explora√ß√£o comercial¬Ē, declara o pesquisador.

Enquanto o novo inseticida n√£o chega ao mercado, a √ļnica forma eficiente de controle √© a elimina√ß√£o dos criadouros do mosquito. Ainda mais porque o inseto tem se adaptado ao clima e ao meio e conseguido se reproduzir mesmo em condi√ß√Ķes adversas, como a falta de chuva e oscila√ß√£o de temperatura.

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O n√ļmero de mortos em acidentes de tr√Ęnsito no pa√≠s cresceu 38,3% no per√≠odo de 2002 a 2012, de acordo com dados do Mapa da Viol√™ncia 2014.

Mapa da Viol√™ncia 2014Brasil registrou em 2012 o maior n√ļmero absoluto de assassinatos e a taxa mais alta de homic√≠dios desde 1980. Nada menos do que 56.337 pessoas foram mortas naquele ano, num acr√©scimo de 7,9% frente a 2011. A taxa de homic√≠dios, que leva em conta o crescimento da popula√ß√£o, tamb√©m aumentou 7%, totalizando 29 v√≠timas fatais para cada 100 mil habitantes. √Č o que revela a mais nova vers√£o do Mapa da Viol√™ncia, que ser√° lan√ßada nas pr√≥ximas semanas com dados que v√£o at√© 2012.

 

O levantamento √© baseado no Sistema de Informa√ß√Ķes de Mortalidade (SIM), do Minist√©rio da Sa√ļde, que tem como fonte os atestados de √≥bito emitidos em todo o pa√≠s. O autor do mapa, o soci√≥logo Julio Jacobo Waiselfisz, diz que o sistema do Minist√©rio da Sa√ļde foi criado em 1979 e que produz dados confi√°veis desde 1980. As estat√≠sticas referentes a homic√≠dios em 2012, portanto, s√£o recordes dentro da s√©rie hist√≥rica do SIM.

 

Tr√Ęnsito

 

J√° o n√ļmero de mortos em acidentes de tr√Ęnsito no pa√≠s cresceu 38,3% no per√≠odo de 2002 a 2012, de acordo com dados do Mapa.

 

Considerando o aumento populacional no período, o crescimento foi de 24,5%.

 

O crescimento das mortes por acidentes de transporte no país em 2012 frente a 2011 foi de 2,5%. A taxa vem crescendo gradativamente desde o ano 2000.

 

Os Estados de Para√≠ba, Par√°, Maranh√£o e Rond√īnia tiveram crescimento superior a 10% em 2012, enquanto que Amap√° e Distrito Federal conseguiram reduzir suas taxas em 18% e 13%, respectivamente.

 

Roraima tem a maior taxa de mortes no tr√Ęnsito por 100 mil habitantes: 42,4, frente 23,7 da m√©dia nacional. O Amazonas possui o menor √≠ndice, com 14,2.

 

Veja a prévia do Mapa da Violência 2014, clique aqui.


Desmame natural propicia uma transição mais tranquila, menos estressante para mãe e criança

Desmame natural propicia uma transição mais tranquila, menos estressante para mãe e criança

O leite materno protege e diminui o risco da crian√ßa elaborar doen√ßas cr√īnicas. H√° evid√™ncias de que o aleitamento contribui para o desenvolvimento cognitivo e, por isso, crian√ßas amamentadas com leite materno tendem a ser mais inteligentes. A amamenta√ß√£o √© recomendada at√© os dois anos de idade ou mais.

√Č usual que a crian√ßa, aos poucos, com a ingest√£o de novos alimentos, perca o interesse pela mama. O desmame √© um processo natural definido pela m√£e e pelo beb√™. No desmame natural, a crian√ßa se autodesmama, o que pode ocorrer em diferentes idades, em m√©dia entre os dois e quatro anos.

Luciana Martins, m√£e do Victor Hugo de 2 anos e 1 m√™s, garante que seu filho s√≥ deixar√° de mamar quando demonstrar o desinteresse pelo leite materno. ¬ďSempre ou√ßo dizerem que est√° na hora do meu filho parar de mamar e eu sempre digo que a hora √© ele quem vai escolher¬Ē, afirma. O desmame costuma ser gradual, mas tamb√©m pode ser s√ļbito, mas √© a m√£e e crian√ßa que definir√£o participando ativamente desse processo.

Alguns sinais ajudam a entender que a crian√ßa est√° madura e deseja parar de mamar, como a diminui√ß√£o e perda de interesse nas mamadas, quando aceita n√£o ser amamentada em certas ocasi√Ķes e locais e √†s vezes dorme sem mamar no peito ou prefere brincar ou fazer outra atividade com a m√£e em vez de mamar.

O desmame natural propicia uma transi√ß√£o mais tranquila, menos estressante para m√£e e crian√ßa. O desmame abrupto deve ser desencorajado, pois se a crian√ßa n√£o est√° pronta, ela pode se sentir rejeitada pela m√£e, ocasionando intranquilan√ßa. Para a m√£e, o desmame abrupto pode precipitar o ingurgitamento mam√°rio, tristeza ou depress√£o e altera√ß√Ķes hormonais.

Em alguns casos, o desmame pode ocorrer sem o desejo da m√£e ou sem que a crian√ßa esteja pronta, como: rejei√ß√£o do seio pela crian√ßa, trabalho da m√£e fora do lar, hospitaliza√ß√£o da crian√ßa, complicadores nas mamas. Muitos desses complicadores podem ser manejados e evitados. Em todos os casos cabe ao profissional de sa√ļde estar apto a orientar a m√£e nesse processo, respeitando o desejo e a decis√£o dela.

 

¬ďSe permanecermos no andamento atual, caminhamos para nos colocar entre os tr√™s pa√≠ses do mundo que mais matam pessoas no tr√Ęnsito¬Ē

A Assembleia-Geral das Na√ß√Ķes Unidas editou, em mar√ßo de 2010, uma resolu√ß√£o definindo o per√≠odo de 2011 a 2020 como a ¬ďD√©cada de a√ß√Ķes para a tranquilan√ßa no tr√Ęnsito". O documento foi elaborado com base em estudo da Organiza√ß√£o Mundial da Sa√ļde (OMS) que contabilizou, em 2009, cerca de 1,3 milh√£o de mortes por acidente de tr√Ęnsito em 178 pa√≠ses. Aproximadamente 50 milh√Ķes de pessoas sobreviveram com sequelas.

S√£o 3 mil vidas perdidas por dia nas estradas e ruas ou a nona maior causa de mortes no mundo. Os acidentes de tr√Ęnsito s√£o o primeiro respons√°vel por mortes na faixa de 15 a 29 anos de idade, o segundo na faixa de 5 a 14 anos e o terceiro na faixa de 30 a 44 anos. Atualmente, esses acidentes j√° representam um custo de US$ 518 bilh√Ķes por ano, ou um percentual entre 1% e 3% do produto interno bruto de cada pa√≠s.

Se nada for feito, a OMS estima que 1,9 milh√£o de pessoas devem morrer no tr√Ęnsito em 2020 (passando para a quinta maior causa) e 2,4 milh√Ķes, em 2030. Nesse per√≠odo, entre 20 milh√Ķes e 50 milh√Ķes de pessoas sobreviver√£o aos acidentes a cada ano com traumatismos e ferimentos. A inten√ß√£o da ONU com a "D√©cada de a√ß√£o para a tranquilan√ßa no tr√Ęnsito" √© poupar, por meio de planos nacionais, regionais e mundial, 5 milh√Ķes de vidas at√© 2020.

O Brasil aparece em quinto lugar entre os pa√≠ses recordistas em mortes no tr√Ęnsito, precedido por √ćndia, China, EUA e R√ļssia e seguido por Ir√£, M√©xico, Indon√©sia, √Āfrica do Sul e Egito. Juntas, essas dez na√ß√Ķes s√£o respons√°veis por 62% das mortes por acidente no tr√Ęnsito.

O problema é mais grave nos países de média e baixa renda. A OMS estima que 90% das mortes acontecem em países em desenvolvimento, entre os quais se inclui o Brasil. Ao mesmo tempo, esse grupo possui menos da metade dos veículos do planeta (48%), o que demonstra que é muito mais arriscado dirigir um veículo — especialmente uma motocicleta — nesses lugares.

As previs√Ķes da OMS indicam que a situa√ß√£o se agravar√° mais justamente nesses pa√≠ses, por conta do aumento da frota, da falta de planejamento e do baixo investimento na tranquilan√ßa das vias p√ļblicas. ¬ďSe permanecermos no andamento atual, caminhamos para nos colocar entre os tr√™s pa√≠ses do mundo que mais matam pessoas no tr√Ęnsito¬Ē, afirma o especialista de tr√Ęnsito Eduardo Biavati.

  

Você sabia que toda bagagem que entra no Brasil deve ser declarada?

Na vinda ao País, todo viajante maior de 16 anos de idade é obrigado a apresentar sua própria declaração de bagagem acompanhada (DBA), devidamente assinada, para a devida tributação, se for o caso.

Porém, é permitida a entrada sem pagamentos de tributos em bagagem acompanhada de livros, folhetos e periódicos, bens de uso ou consumo pessoal do viajante, bens nacionais ou nacionalizados que estejam retornando ao país e outros bens adquiridos no exterior, observando o limite de valor global, de US$ 500,00 (quinhentos dólares dos Estados Unidos), e do limite quantitativo.

Conheça as regras:

Como procedo em relação a bens que comprei no exterior?

Na vinda ao Brasil, todo viajante maior de 16 anos de idade √© obrigado a apresentar sua pr√≥pria declara√ß√£o de bagagem acompanhada (DBA), devidamente assinada. Os formul√°rios s√£o fornecidos gratuitamente pelas empresas de transporte internacional de passageiros e nas reparti√ß√Ķes aduaneiras. As instru√ß√Ķes de preenchimento constam no pr√≥prio formul√°rio. Em caso de preenchimento incompleto ou inexato da DBA ou escolha indevida do canal ¬ďnada a declarar¬Ē, al√©m da cobran√ßa do imposto devido, ser√° aplicada multa de 50% sobre o valor excedente ao limite de isen√ß√£o, sem preju√≠zo de outras san√ß√Ķes, inclusive penais, quando for o caso.

O que eu posso trazer do exterior sem pagar tributos?

Em bagagem acompanhada, é permitida a entrada, sem pagamentos de tributos, de livros, folhetos e periódicos, bens de uso ou consumo pessoal do viajante, bens nacionais ou nacionalizados que, comprovadamente, estejam retornando ao país, e outros bens adquiridos no exterior, observando o limite de valor global e o limite quantitativo.

Quais s√£o os bens de consumo pessoal?

S√£o apenas os artigos de vestu√°rio, higiene e demais bens de car√°ter manifestamente pessoal, de natureza e em quantidade compat√≠veis com as circunst√Ęncias da viagem.

Exemplos: roupas, calçados, óculos, um relógio usado, uma máquina fotográfica usada, um telefone celular usado. Notebooks e filmadoras não são isentos.

Como eu posso comprovar que eu n√£o comprei um bem no periodo de a viagem?

A comprova√ß√£o de que um bem n√£o foi adquirido no periodo de a viagem pode ser feita utilizando qualquer meio id√īneo.

Exemplos: nota fiscal emitida por estabelecimento domiciliado no Brasil, apresentação de DBA, devidamente desembaraçada, contendo a descrição detalhada de bens adquiridos no exterior em outra viagem etc. A Receita Federal do Brasil não emite documentos para comprovação da saída ao exterior de bens constantes da bagagem do viajante.

Eu posso somar o meu limite de isenção tributária ao de outra pessoa que esteja comigo?

Não. O limite de isenção tributária é pessoal, intransferível e só pode ser utilizado uma vez a cada intervalo de um mês. Não é possível somar os limites de isenção de um casal, exemplificativamente, para trazer bens de valor superior ao limite individual, sem o pagamento de tributos.

Preciso declarar valores em dinheiro?

Na vinda ou saída do Brasil, o viajante que estiver portando valores em espécie (dinheiro) superiores a R$ 10.000,00 (dez mil reais) ou o equivalente em outra moeda deverá apresentar declaração de porte de valores (e-DPV), via internet, no site da Receita Federal. A fiscalização aduaneira verificará a exatidão da declaração e exigirá documentos específicos que comprovem a aquisição lícita dos valores.

E as compras que realizei no free shop?

Compras realizadas a bordo, em free shop, no exterior ou na saída do Brasil são consideradas bens adquiridos no exterior. Não são computadas no limite de isenção tributária de US$ 500,00 (quinhentos dólares dos Estados Unidos) compras no free shop de vinda ao Brasil.


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Vamos acabar com a sacolinha na cidade?

Erradicar a sacolinha H√° um grupo de trabalho do Meio Ambiente que estuda op√ß√Ķes vi√°veis a serem apresentadas ao consumidor. Se o cidad√£o for √†s compras com sacola retorn√°vel (como as de feira),¬†ecobags(reutiliz√°vel e feita em material renov√°vel), carrinho de feira, caixa de madeira ou mochila, o custo ser√° zero. Poder√° reutilizar caixas de papel√£o cedidas pelo supermercado, informa a Apas.

Mas se preferir a sacola descartável, o consumidor terá de pagar pelo uso da embalagem ecologicamente correta e disponível no supermercado. "A ideia não é vender sacolinha, mas incentivar o consumidor a utilizar as retornáveis. O supermercado não terá margem de lucro porque repassará o mesmo valor cobrado pelo fabricante da embalagem", frisa o vice-presidente da Apas. O supermercado venderá, também, caixas de papelão novas para montagem.

Sacola biodegradável, feita de amido de milho, está sendo comercializada a R$ 0,19 em Jundiaí, a primeira cidade de São Paulo a por fim à circulação de sacolas plásticas. A maioria dos moradores de Jundiaí optou por levar sacolas retornáveis e carrinhos de feira e poucos desembolsaram pela embalagem biodegradável. Iniciada no final do ano passado, a substituição de embalagem teve adesão de 95% dos supermercados de Jundiaí e recebeu a aprovação de 75% da população, informa a Apas. A prática foi adotada, também, na cidade de Monte Mor.

Estilo de vida sustent√°vel "Jundia√≠ e Monte Mor s√£o exemplos de que √© poss√≠vel criar pr√°ticas sustent√°veis. Campanhas de conscientiza√ß√£o e a contribui√ß√£o da popula√ß√£o e do governo s√£o fundamentais", argumenta Morando. A pasta do Meio Ambiente diz que essa discuss√£o √© antiga e cada vez mais os pa√≠ses mudam o estilo de vida em favor de produtos ecologicamente corretos. "√Č fundamental para diminuir os impactos ambientais e S√£o Paulo tem a responsabilidade de conscientizar a popula√ß√£o sobre as consequ√™ncias dos seus pr√≥prios h√°bitos de consumo".

O uso das atuais sacolas descart√°veis traz diversos impactos ambientais. Come√ßa por ser derivada do petr√≥leo, que √© uma fonte de energia n√£o renov√°vel. No Brasil s√£o produzidas 210 mil toneladas anuais de pl√°stico filme (mat√©ria-prima da sacola) que resultam em 18 bilh√Ķes de sacolas. Segue pela produ√ß√£o que utiliza grande volume de √°gua e gera res√≠duos industriais. H√° ainda o uso inadequado e descarte na rua, o que leva o material √†s galerias e bueiros. Isso causa entupimentos e enchentes, polui a √°gua e o solo e traz preju√≠zo √† vida de animais marinhos. Por fim, h√° tamb√©m um descarte consider√°vel em aterros sanit√°rios, onde as sacolas ficam por 100 anos (tempo necess√°rio para se decompor e se misturar ao solo).

Embalagem alternativa A sacola biodegr√°vel √© feita de material renov√°vel (amido de milho, mandioca, batata) e se desfaz em at√© 180 dias em usina de compostagem e em dois anos em aterro. Quem utiliza as sacolas derivadas de petr√≥leo no armazenamento de lixo caseiro ter√° de substitu√≠-las pelos sacos pretos (feito de pl√°stico reciclado) ou aprender a fazer sacola com o jornal (acomodar res√≠duos org√Ęnico na lixeira) ou comprar as biodegrad√°veis.¬†

Segundo a Secretaria do Meio Ambiente, n√£o h√° medida √ļnica para solucionar o impacto ambiental, mas sim a√ß√Ķes que minimizam o problema da produ√ß√£o de res√≠duos s√≥lidos e que passam pela coleta seletiva, educa√ß√£o ambiental e conscientiza√ß√£o, principalmente dos jovens, sobre a import√Ęncia de uso e consumo sustent√°veis. Ainda de acordo com a Secretaria, a m√£o-de-obra utilizada na produ√ß√£o das sacolas derivadas de petr√≥leo poder√° ser aproveitada na produ√ß√£o de embalagens alternativas.

Destino final poluente O destino final das sacolas pl√°sticas derivadas de petr√≥leo s√£o aterros sanit√°rios ou as ruas e os bueiros quando h√° descarte inadequado. Nos aterros, as sacolas n√£o se desintegram (demora 100 anos para se desfazer), mas os res√≠duos contidos dentro delas sim o que gera g√°s metano. Quando chega √† atmosfera o g√°s causa o efeito estufa. Das vias p√ļblicas - onde entope bueiros e provoca enchentes - a sacola segue para galerias, tubula√ß√Ķes e chega aos rios e mares prejudicando a vida aqu√°tica. [21]

Comer bem durante a gravidez vai influenciar durante toda a vida do bebê

Alimenta√ß√£o deve ser equilibrada durante a gravidezA alimenta√ß√£o equilibrada √© um h√°bito recomendado para toda a vida. Durante a gesta√ß√£o, a responsabilidade quanto √† alimenta√ß√£o aumenta, uma vez que implica diretamente no perfeito desenvolvimento do feto. As nutricionistas da Coordena√ß√£o T√©cnica de Nutri√ß√£o do Instituto Nacional de Sa√ļde da Mulher, da Crian√ßa e do Adolescente, Fernandes Figueira (IFF/Fiocruz) Daniele Marano, Marcela Knibel e Roseli Costa, explicam como o consumo dos alimentos saud√°veis durante a gravidez influencia a sa√ļde dos beb√™s.

Qual a import√Ęncia de uma boa alimenta√ß√£o na gravidez?

A alimentação adequada ao longo do período gestacional exerce papel determinante sobre os desfechos relacionados à mãe e ao bebê. Contribui para prevenção de uma série de ocorrências negativas, assegura reservas biológicas necessárias ao parto e pós-parto, garante substrato para o período da lactação, como também favorece o ganho de peso adequado de acordo com o estado nutricional pré-gestacional. Ressalta-se que a inadequação do ganho de peso durante a gestação tem sido apontada como fator de risco tanto para a mãe quanto para a criança, contribuindo para a elevação da prevalência de uma série de problemas.

O que n√£o pode faltar no prato?

As refei√ß√Ķes devem contemplar todos os grupos alimentares existentes. A gestante dever√° ingerir vegetais (folhosos e legumes), frutas, carne bovina, frango, f√≠gado (uma vez por semana), ovos e peixes (sardinha, salm√£o, atum, pescada, cavalinha), leguminosas (feij√£o, gr√£o de bico, lentilha, ervilha), cereais (arroz integral, batata, milho, entre outros), azeites (de prefer√™ncia extra virgem), leite e derivados do leite (fora do hor√°rio do almo√ßo e jantar).

As carnes dever√£o ser assadas, grelhadas, ensopadas ou cozidas, evitando as frituras. Recomenda-se n√£o ingerir gordura vegetal hidrogenada, que pode comprometer o crescimento e o desenvolvimento fetal.

Como devem ser distribu√≠das as refei√ß√Ķes ao longo dos dias?

As refei√ß√Ķes devem ser distribu√≠das em seis vezes ao dia: desjejum, cola√ß√£o, almo√ßo, lanche, jantar e ceia. Os intervalos em m√©dia s√£o de tr√™s horas entre uma e outra refei√ß√£o.

Há uma estimativa de quantos quilos a mulher deve engordar durante a gestação?  

O ganho de peso na gesta√ß√£o deve ser suficiente para promover o desenvolvimento fetal completo e tamb√©m para armazenar nutrientes adequados no organismo materno para o aleitamento. Nenhuma mulher deve perder peso durante a gravidez, independente do seu √ćndice de Massa Corporal (IMC) antes de engravidar. O Institute of Medicine (IOM) recomenda as faixas de ganho de peso ideal durante a gesta√ß√£o.

No caso de gesta√ß√£o de feto √ļnico, o ganho de peso (Kg) recomendado √©:

- Gestantes com baixo peso pré-gestacional: 15,0kg (média); - Gestantes com peso adequado pré-gestacional (eutróficas): 12,5Kg (média); - Gestantes com sobrepeso pré-gestacional: 9,0Kg (média); - Gestantes com obesidade pré-gestacional: 7,0Kg (média).

No caso de gesta√ß√£o m√ļltipla (dois ou mais fetos), o ganho de peso tamb√©m depender√° do estado nutricional pr√©-gestacional, podendo variar de 11,0 Kg (obesidade pr√©-gestacional) a 27,9 Kg (baixo peso pr√©-gestacional).

A gestante dever√° ter acompanhamento nutricional no pr√©-natal, para avalia√ß√£o do estado nutricional, detec√ß√£o de poss√≠veis inadequa√ß√Ķes diet√©ticas, desmistifica√ß√£o de mitos e realiza√ß√£o da educa√ß√£o alimentar e nutricional. As consultas devem ser iniciadas, preferencialmente, no primeiro trimestre da gesta√ß√£o.

Algumas mulheres, especialmente com gêmeos, perdem bastante peso durante e após a gestação por causa dos filhos. Nesses casos, é recomendada a utilização de suplementos nutricionais?

Tanto em mulheres com gesta√ß√£o de feto √ļnico quanto nas gravidezes gemelares pode ocorrer diminui√ß√£o de peso devido √†s adapta√ß√Ķes hormonais. A a√ß√£o do estrog√™nio pode causar n√°useas, v√īmitos e anorexia, principalmente, no primeiro trimestre. A perda de peso ap√≥s o parto ocorre, geralmente, em maior intensidade nos primeiros tr√™s meses e naquelas que amamentam exclusivamente. Os suplementos nutricionais s√£o recomendados nas situa√ß√Ķes em que a demanda nutricional n√£o √© atendida por meio da dieta.


Conceitos de Educação Ambiental

   
"Entendem-se por educa√ß√£o ambiental os processos por meio dos quais o indiv√≠duo e a coletividade constroem valores sociais, conhecimentos, habilidades, atitudes e compet√™ncias voltadas para a conserva√ß√£o do meio ambiente, bem de uso comum do povo, essencial √† sadia qualidade de vida e sua sustentabilidade." Pol√≠tica Nacional de Educa√ß√£o Ambiental - Lei n¬ļ 9795/1999, Art 1¬ļ. ¬ďA Educa√ß√£o Ambiental √© uma dimens√£o da educa√ß√£o, √© atividade intencional da pr√°tica social, que deve imprimir ao desenvolvimento individual um car√°ter social em sua rela√ß√£o com a natureza e com os outros seres humanos, visando potencializar essa atividade humana com a finalidade de torn√°-la plena de pr√°tica social e de √©tica ambiental.¬Ē Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educa√ß√£o Ambiental, Art. 2¬į. ¬ďA educa√ß√£o ambiental √© a a√ß√£o educativa permanente pela qual a comunidade educativa tem a tomada de consci√™ncia de sua realidade global, do tipo de rela√ß√Ķes que os homens estabelecem entre si e com a natureza, dos problemas derivados de ditas rela√ß√Ķes e suas causas profundas. Ela desenvolve, mediante uma pr√°tica que vincula o educando com a comunidade, valores e atitudes que promovem um comportamento dirigido a transforma√ß√£o superadora dessa realidade, tanto em seus aspectos naturais como sociais, desenvolvendo no educando as habilidades e atitudes necess√°rias para dita transforma√ß√£o.¬Ē Confer√™ncia Sub-regional de Educa√ß√£o Ambiental para a Educa√ß√£o Secund√°ria ¬Ė Chosica/Peru (1976) ¬ďA educa√ß√£o ambiental √© um processo de reconhecimento de valores e clarifica√ß√Ķes de conceitos, objetivando o desenvolvimento das habilidades e modificando as atitudes em rela√ß√£o ao meio, para entender e apreciar as inter-rela√ß√Ķes entre os seres humanos, suas culturas e seus meios biof√≠sicos. A educa√ß√£o ambiental tamb√©m est√° relacionada com a pr√°tica das tomadas de decis√Ķes e a √©tica que conduzem para a melhora da qualidade de vida¬Ē Confer√™ncia Intergovernamental de Tbilisi (1977) ¬ďA Educa√ß√£o Ambiental deve proporcionar as condi√ß√Ķes para o desenvolvimento das capacidades necess√°rias; para que grupos sociais, em diferentes contextos socioambientais do pa√≠s, intervenham, de modo qualificado tanto na gest√£o do uso dos recursos ambientais quanto na concep√ß√£o e aplica√ß√£o de decis√Ķes que afetam a qualidade do ambiente, seja f√≠sico-natural ou constru√≠do, ou seja, educa√ß√£o ambiental como instrumento de participa√ß√£o e controle social na gest√£o ambiental p√ļblica.¬Ē QUINTAS, J. S., Salto para o Futuro, 2008 ¬ďA Educa√ß√£o Ambiental nasce como um processo educativo que conduz a um saber ambiental materializado nos valore s√©ticos e nas regras pol√≠ticas de conv√≠vio social e de mercado, que implica a quest√£o distributiva entre benef√≠cios e preju√≠zos da apropria√ß√£o e do uso da natureza. Ela deve, portanto, ser direcionada para a cidadania ativa considerando seu sentido de pertencimento e co-responsabilidade que, por meio da a√ß√£o coletiva e organizada, busca a compreens√£o e a supera√ß√£o das causas estruturais e conjunturais dos problemas ambientais.¬Ē¬† SORRENTINO et all, Educa√ß√£o ambiental como pol√≠tica p√ļblica, 2005 ¬ďA Educa√ß√£o Ambiental, apoiada em uma teoria cr√≠tica que exponha com vigor as contradi√ß√Ķes que est√£o na raiz do modo de produ√ß√£o capitalista, deve incentivar a participa√ß√£o social na forma de uma a√ß√£o pol√≠tica. Como tal, ela deve ser aberta ao di√°logo e ao embate, visando √† explicita√ß√£o das contradi√ß√Ķes te√≥rico-pr√°ticas subjacentes a projetos societ√°rios que est√£o permanentemente em disputa.¬Ē¬† TREIN, E., Salto para o Futuro, 2008 ¬ďA EA deve se configurar como uma luta pol√≠tica, compreendida em seu n√≠vel mais poderoso de transforma√ß√£o: aquela que se revela em uma disputa de posi√ß√Ķes e proposi√ß√Ķes sobre o destino das sociedades, dos territ√≥rios e das desterritorializa√ß√Ķes; que acredita que mais do que conhecimento t√©cnico-cient√≠fico, o saber popular igualmente consegue proporcionar caminhos de participa√ß√£o para a sustentabilidade atrav√©s da transi√ß√£o democr√°tica¬Ē.¬† SATO, M. et all, Insurg√™ncia do grupo-pesquisador na educa√ß√£o ambiental sociopoi√©tica, 2005 ¬ďUm processo educativo eminentemente pol√≠tico, que visa ao desenvolvimento nos educandos de uma consci√™ncia cr√≠tica acerca das institui√ß√Ķes, atores e fatores sociais geradores de riscos e respectivos conflitos socioambientais. Busca uma estrat√©gia pedag√≥gica do enfrentamento de tais conflitos a partir de meios coletivos de exerc√≠cio da cidadania, pautados na cria√ß√£o de demandas por pol√≠ticas p√ļblicas participativas conforme requer a gest√£o ambiental democr√°tica.¬Ē¬† LAYRARGUES; P.P. Crise ambiental e suas implica√ß√Ķes na educa√ß√£o, 2002. "Processo em que se busca despertar a preocupa√ß√£o individual e coletiva para a quest√£o ambiental, garantindo o acesso √† informa√ß√£o em linguagem adequada, contribuindo para o desenvolvimento de uma consci√™ncia cr√≠tica e estimulando o enfrentamento das quest√Ķes ambientais e sociais. Desenvolve-se num contexto de complexidade, procurando trabalhar n√£o apenas a mudan√ßa cultural, mas tamb√©m a transforma√ß√£o social, assumindo a crise ambiental como uma quest√£o √©tica e pol√≠tica." MOUSINHO, P. Gloss√°rio. In: Trigueiro, A. (Coord.) Meio ambiente no s√©culo 21.Rio de Janeiro: Sextante. 2003.
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A comida na mira do consumidor: Atenção aos preços e a qualidade

Mesmo ao tomar um refrigerante ou comer um sanduíche, o consumidor deve exigir seus direitos.

Por isso, a aten√ß√£o deve ser redobrada na hora de adquirir e consumir alimentos para evitar problemas, principalmente doen√ßas e intoxica√ß√Ķes alimentares.

Algumas precau√ß√Ķes iniciais s√£o: verificar as condi√ß√Ķes de higiene e limpeza dos estabelecimentos e dos atendentes.

Bares, lanchonetes e restaurantes devem afixar uma c√≥pia do card√°pio, com o pre√ßo dos servi√ßos e refei√ß√Ķes ofertados, em uma das portas de entrada do estabelecimento, como determina o C√≥digo de Defesa do Consumidor.

Na hora de pagar a conta, conferir o valor total dos itens consumidos e verificar se o ¬ďcouvert¬Ē art√≠stico est√° inclu√≠do.

Este s√≥ pode ser cobrado por estabelecimentos que tenham m√ļsica ao vivo ou apresenta√ß√Ķes art√≠sticas a cada quatro horas de funcionamento.

Os cuidados valem também na hora das compras de alimentos.

Aqui √© preciso observar, al√©m das condi√ß√Ķes de higiene, o armazenamento dos produtos nos pontos de venda e as condi√ß√Ķes em que ele se encontra.

  O alimento estragado ou deteriorado tem gosto e cheiro diferentes do normal.

O consumidor deve se habituar a ler as informa√ß√Ķes nas embalagens antes de fazer sua compra.

√Č nos r√≥tulos, que devem conter os dados em letras leg√≠veis, que est√£o dados como a data de fabrica√ß√£o, prazo de validade, composi√ß√£o, peso, carimbos de inspe√ß√£o, origem e fabricante/produtor, entre outros.

Estas informa√ß√Ķes devem constar em todos os tipos de alimentos: in natura, industrializados e congelados.

Produtos industrializados que apresentem embalagens estufadas, enferrujadas, amassadas, furadas, rasgadas, violadas ou com vazamento n√£o devem ser adquiridos.

Se o consumidor só notar o problema quando chegar em casa, deve retornar ao estabelecimento onde efetuou a compra a exigir a sua troca.

Quanto aos congelados, a exist√™ncia de uma n√©voa sobre eles indica a baixa temperatura do balc√£o e boa condi√ß√£o de refrigera√ß√£o, j√° o ac√ļmulo de √°gua ou umidade nos balc√Ķes frigor√≠ficos significa que a temperatura de conserva√ß√£o est√° incorreta.

  A aquisição destes produtos deve ser feita no final das compras.

Exigir a nota fiscal ou ticket de caixa, pois sem este documento n√£o h√° como trocar o produto ou abrir reclama√ß√Ķes junto aos √≥rg√£os de defesa do consumidor.

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E o cadastramento escolar deste ano?

O cadastro escolar é realizado anualmente pela Secretaria de Estado de Educação (SEE), em conjunto com as prefeituras municipais. Devem se inscrever crianças com seis anos completos ou a completar até 30 de junho do ano em que vão começar a estudar, candidatos às vagas nos demais anos do ensino fundamental que estão se transferindo de outros Estados, municípios ou escolas particulares e, ainda, alunos que vão retomar seus estudos.

Em 2014, a inscrição para o Cadastro Escolar será realizada no período de 21/07/2014 a 25/07/2014, nas agências dos Correios em Belo Horizonte e nos Postos de Inscrição definidos pela Comissão Municipal de Cadastramento, nas cidades do interior. Os documentos necessários ao cadastramento estão listados abaixo. Os alunos já matriculados no ensino fundamental de escolas públicas não precisam se cadastrar.

Documentos necessários: Certidão de nascimento (original e cópia); Conta de luz recente (original e cópia); Comprovante de escolaridade, em caso de transferência para a rede pública ou retorno aos estudos. Valor: Gratuito


Já pensou em fazer carreira militar?

As Forças Armadas Brasileiras não são compostas apenas por militares originários do serviço militar obrigatório. É possível ingressar no Exército, Marinha ou Aeronáutica e seguir carreira nos níveis escolares fundamental, médio ou superior e em diversas áreas de atuação, como medicina, comunicação e engenharia, entre outras.

Cada uma das Forças Armadas possui peculiaridades no processo de seleção, porém, homens e mulheres têm a possibilidade de ingressar no serviço militar a partir da adolescência, mediante aprovação em concurso público, de âmbito nacional, em alguma das Escolas de Formação específicas de cada Força.

A situação do jovem que presta o serviço militar obrigatório, cumprindo o que determina a Lei do Serviço Militar, é diferente da situação do jovem que se inscreve para prestar concurso para uma das Escolas da Força. O primeiro, por força da lei, permanece em alguma das Forças Armadas por um período temporário de no máximo oito anos, diferentemente do jovem aprovado em concurso, que poderá seguir a carreira das Armas e permanecerá na Força até passar para a Reserva Remunerada (uma espécie de aposentadoria militar).


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