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Entrei Disfar√ßado numa das Pris√Ķes mais Severas do EUA


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Am√©rica-MG reencontra a vit√≥ria e se mant√©m no G4 O América-MG fez as pazes com a vitória depois de duas derrotas seguidas e mostrou que o estádio Independência, em Belo Horizonte, é uma das principais armas na luta pelo acesso à elite do Campeonato Brasileiro. Nesta terça-feira, o time jogou para ...
Am√©rica-MG vence Luverdense, ultrapassa rival e entra no G4 Na noite desta terça-feira, o América-MG recebeu o Luverdense no Independência em confronto direto na parte de cima da tabela, na 17ª rodada da Série B do Campeonato Brasileiro. E com gols de Manci e Obina, o Coelho venceu a partida por 2 a 0, chegou ...
300x250 Am√©rica-MG volta a mostrar for√ßa no Horto, bate o Luverdense e retorna ao G-4 O América-MG voltou a mostrar que o Estádio Independência costuma ser mortal para seus visitantes. Se nos últimos anos o rival Atlético-MG fez surgir a expressão “Caiu no Horto tá morto”, na Série B o Coelho tem tratado de garantir que os ...
Am√©rica-MG anuncia contrata√ß√£o de Renan Oliveira, emprestado pelo Atl√©tico O meia-atacante Renan Oliveira é o novo reforço do América-MG para a sequência da Série B do Brasileiro. O jogador, revelado pelo Atlético-MG e que estava no Sport, vai defender o time americano, por empréstimo. A confirmação foi dada pelo gerente ...
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CATAS ALTAS DA NORUEGA MG tspan:3m CATAS ALTAS DA NORUEGA MG
Selecionamos as principais not√≠cias da cidade de CATAS ALTAS DA NORUEGA MG. Os acontecimentos pol√≠ticos, acidentes de tr√Ęnsito nas rodovias, fatos do centro, dos bairros e do interior. Pesquisamos tamb√©m os jornais locais e as redes sociais, bem como o site da prefeitura.

O trabalho jornal√≠stico consiste em capta√ß√£o e tratamento escrito, oral, visual ou gr√°fico, da informa√ß√£o em qualquer uma de suas formas e variedades. O trabalho √© normalmente dividido em quatro etapas distintas, cada qual com suas fun√ß√Ķes e particularidades: pauta, apura√ß√£o, reda√ß√£o e edi√ß√£o.A pauta √© a sele√ß√£o dos assuntos que ser√£o abordados. √Č a etapa de escolha sobre quais ind√≠cios ou sugest√Ķes devem ser considerados para a publica√ß√£o final. A apura√ß√£o √© o processo de averiguar informa√ß√£o em estado bruto (dados, nomes, n√ļmeros etc.). A apura√ß√£o √© feita com documentos e pessoas que fornecem informa√ß√Ķes, chamadas de fontes. A intera√ß√£o de jornalistas com suas fontes envolve freq√ľentemente quest√Ķes de confidencialidade.A reda√ß√£o √© o tratamento das informa√ß√Ķes apuradas em forma de texto verbal. Pode resultar num texto para ser impresso (em jornais, revistas e sites) ou lido em voz alta (no r√°dio, na TV e no cinema). A edi√ß√£o √© a finaliza√ß√£o do material redigido em produto de comunica√ß√£o, hierarquizando e coordenando o conte√ļdo de informa√ß√Ķes na forma final em que ser√° apresentado. Muitas vezes, √© a edi√ß√£o que confere sentido geral √†s informa√ß√Ķes coletadas nas etapas anteriores. No jornalismo impresso (jornais e revistas), a edi√ß√£o consiste em revisar e cortar textos de acordo com o espa√ßo de impress√£o pr√©-definido. A diagrama√ß√£o √© a disposi√ß√£o gr√°fica do conte√ļdo e faz parte da edi√ß√£o de impressos. No radiojornalismo, editar significa cortar e justapor trechos sonoros junto a textos de locu√ß√£o, o que no telejornalismo ganha o adicional da edi√ß√£o de imagens em movimento.

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Comer bem durante a gravidez vai influenciar durante toda a vida do bebê

Alimenta√ß√£o deve ser equilibrada durante a gravidezA alimenta√ß√£o equilibrada √© um h√°bito recomendado para toda a vida. Durante a gesta√ß√£o, a responsabilidade quanto √† alimenta√ß√£o aumenta, uma vez que implica diretamente no perfeito desenvolvimento do feto. As nutricionistas da Coordena√ß√£o T√©cnica de Nutri√ß√£o do Instituto Nacional de Sa√ļde da Mulher, da Crian√ßa e do Adolescente, Fernandes Figueira (IFF/Fiocruz) Daniele Marano, Marcela Knibel e Roseli Costa, explicam como o consumo dos alimentos saud√°veis durante a gravidez influencia a sa√ļde dos beb√™s.

Qual a import√Ęncia de uma boa alimenta√ß√£o na gravidez?

A alimentação adequada ao longo do período gestacional exerce papel determinante sobre os desfechos relacionados à mãe e ao bebê. Contribui para prevenção de uma série de ocorrências negativas, assegura reservas biológicas necessárias ao parto e pós-parto, garante substrato para o período da lactação, como também favorece o ganho de peso adequado de acordo com o estado nutricional pré-gestacional. Ressalta-se que a inadequação do ganho de peso durante a gestação tem sido apontada como fator de risco tanto para a mãe quanto para a criança, contribuindo para a elevação da prevalência de uma série de problemas.

O que n√£o pode faltar no prato?

As refei√ß√Ķes devem contemplar todos os grupos alimentares existentes. A gestante dever√° ingerir vegetais (folhosos e legumes), frutas, carne bovina, frango, f√≠gado (uma vez por semana), ovos e peixes (sardinha, salm√£o, atum, pescada, cavalinha), leguminosas (feij√£o, gr√£o de bico, lentilha, ervilha), cereais (arroz integral, batata, milho, entre outros), azeites (de prefer√™ncia extra virgem), leite e derivados do leite (fora do hor√°rio do almo√ßo e jantar).

As carnes dever√£o ser assadas, grelhadas, ensopadas ou cozidas, evitando as frituras. Recomenda-se n√£o ingerir gordura vegetal hidrogenada, que pode comprometer o crescimento e o desenvolvimento fetal.

Como devem ser distribu√≠das as refei√ß√Ķes ao longo dos dias?

As refei√ß√Ķes devem ser distribu√≠das em seis vezes ao dia: desjejum, cola√ß√£o, almo√ßo, lanche, jantar e ceia. Os intervalos em m√©dia s√£o de tr√™s horas entre uma e outra refei√ß√£o.

Há uma estimativa de quantos quilos a mulher deve engordar durante a gestação?  

O ganho de peso na gesta√ß√£o deve ser suficiente para promover o desenvolvimento fetal completo e tamb√©m para armazenar nutrientes adequados no organismo materno para o aleitamento. Nenhuma mulher deve perder peso durante a gravidez, independente do seu √ćndice de Massa Corporal (IMC) antes de engravidar. O Institute of Medicine (IOM) recomenda as faixas de ganho de peso ideal durante a gesta√ß√£o.

No caso de gesta√ß√£o de feto √ļnico, o ganho de peso (Kg) recomendado √©:

- Gestantes com baixo peso pré-gestacional: 15,0kg (média); - Gestantes com peso adequado pré-gestacional (eutróficas): 12,5Kg (média); - Gestantes com sobrepeso pré-gestacional: 9,0Kg (média); - Gestantes com obesidade pré-gestacional: 7,0Kg (média).

No caso de gesta√ß√£o m√ļltipla (dois ou mais fetos), o ganho de peso tamb√©m depender√° do estado nutricional pr√©-gestacional, podendo variar de 11,0 Kg (obesidade pr√©-gestacional) a 27,9 Kg (baixo peso pr√©-gestacional).

A gestante dever√° ter acompanhamento nutricional no pr√©-natal, para avalia√ß√£o do estado nutricional, detec√ß√£o de poss√≠veis inadequa√ß√Ķes diet√©ticas, desmistifica√ß√£o de mitos e realiza√ß√£o da educa√ß√£o alimentar e nutricional. As consultas devem ser iniciadas, preferencialmente, no primeiro trimestre da gesta√ß√£o.

Algumas mulheres, especialmente com gêmeos, perdem bastante peso durante e após a gestação por causa dos filhos. Nesses casos, é recomendada a utilização de suplementos nutricionais?

Tanto em mulheres com gesta√ß√£o de feto √ļnico quanto nas gravidezes gemelares pode ocorrer diminui√ß√£o de peso devido √†s adapta√ß√Ķes hormonais. A a√ß√£o do estrog√™nio pode causar n√°useas, v√īmitos e anorexia, principalmente, no primeiro trimestre. A perda de peso ap√≥s o parto ocorre, geralmente, em maior intensidade nos primeiros tr√™s meses e naquelas que amamentam exclusivamente. Os suplementos nutricionais s√£o recomendados nas situa√ß√Ķes em que a demanda nutricional n√£o √© atendida por meio da dieta.


Conceitos de Educação Ambiental

   
"Entendem-se por educa√ß√£o ambiental os processos por meio dos quais o indiv√≠duo e a coletividade constroem valores sociais, conhecimentos, habilidades, atitudes e compet√™ncias voltadas para a conserva√ß√£o do meio ambiente, bem de uso comum do povo, essencial √† sadia qualidade de vida e sua sustentabilidade." Pol√≠tica Nacional de Educa√ß√£o Ambiental - Lei n¬ļ 9795/1999, Art 1¬ļ. ¬ďA Educa√ß√£o Ambiental √© uma dimens√£o da educa√ß√£o, √© atividade intencional da pr√°tica social, que deve imprimir ao desenvolvimento individual um car√°ter social em sua rela√ß√£o com a natureza e com os outros seres humanos, visando potencializar essa atividade humana com a finalidade de torn√°-la plena de pr√°tica social e de √©tica ambiental.¬Ē Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educa√ß√£o Ambiental, Art. 2¬į. ¬ďA educa√ß√£o ambiental √© a a√ß√£o educativa permanente pela qual a comunidade educativa tem a tomada de consci√™ncia de sua realidade global, do tipo de rela√ß√Ķes que os homens estabelecem entre si e com a natureza, dos problemas derivados de ditas rela√ß√Ķes e suas causas profundas. Ela desenvolve, mediante uma pr√°tica que vincula o educando com a comunidade, valores e atitudes que promovem um comportamento dirigido a transforma√ß√£o superadora dessa realidade, tanto em seus aspectos naturais como sociais, desenvolvendo no educando as habilidades e atitudes necess√°rias para dita transforma√ß√£o.¬Ē Confer√™ncia Sub-regional de Educa√ß√£o Ambiental para a Educa√ß√£o Secund√°ria ¬Ė Chosica/Peru (1976) ¬ďA educa√ß√£o ambiental √© um processo de reconhecimento de valores e clarifica√ß√Ķes de conceitos, objetivando o desenvolvimento das habilidades e modificando as atitudes em rela√ß√£o ao meio, para entender e apreciar as inter-rela√ß√Ķes entre os seres humanos, suas culturas e seus meios biof√≠sicos. A educa√ß√£o ambiental tamb√©m est√° relacionada com a pr√°tica das tomadas de decis√Ķes e a √©tica que conduzem para a melhora da qualidade de vida¬Ē Confer√™ncia Intergovernamental de Tbilisi (1977) ¬ďA Educa√ß√£o Ambiental deve proporcionar as condi√ß√Ķes para o desenvolvimento das capacidades necess√°rias; para que grupos sociais, em diferentes contextos socioambientais do pa√≠s, intervenham, de modo qualificado tanto na gest√£o do uso dos recursos ambientais quanto na concep√ß√£o e aplica√ß√£o de decis√Ķes que afetam a qualidade do ambiente, seja f√≠sico-natural ou constru√≠do, ou seja, educa√ß√£o ambiental como instrumento de participa√ß√£o e controle social na gest√£o ambiental p√ļblica.¬Ē QUINTAS, J. S., Salto para o Futuro, 2008 ¬ďA Educa√ß√£o Ambiental nasce como um processo educativo que conduz a um saber ambiental materializado nos valore s√©ticos e nas regras pol√≠ticas de conv√≠vio social e de mercado, que implica a quest√£o distributiva entre benef√≠cios e preju√≠zos da apropria√ß√£o e do uso da natureza. Ela deve, portanto, ser direcionada para a cidadania ativa considerando seu sentido de pertencimento e co-responsabilidade que, por meio da a√ß√£o coletiva e organizada, busca a compreens√£o e a supera√ß√£o das causas estruturais e conjunturais dos problemas ambientais.¬Ē¬† SORRENTINO et all, Educa√ß√£o ambiental como pol√≠tica p√ļblica, 2005 ¬ďA Educa√ß√£o Ambiental, apoiada em uma teoria cr√≠tica que exponha com vigor as contradi√ß√Ķes que est√£o na raiz do modo de produ√ß√£o capitalista, deve incentivar a participa√ß√£o social na forma de uma a√ß√£o pol√≠tica. Como tal, ela deve ser aberta ao di√°logo e ao embate, visando √† explicita√ß√£o das contradi√ß√Ķes te√≥rico-pr√°ticas subjacentes a projetos societ√°rios que est√£o permanentemente em disputa.¬Ē¬† TREIN, E., Salto para o Futuro, 2008 ¬ďA EA deve se configurar como uma luta pol√≠tica, compreendida em seu n√≠vel mais poderoso de transforma√ß√£o: aquela que se revela em uma disputa de posi√ß√Ķes e proposi√ß√Ķes sobre o destino das sociedades, dos territ√≥rios e das desterritorializa√ß√Ķes; que acredita que mais do que conhecimento t√©cnico-cient√≠fico, o saber popular igualmente consegue proporcionar caminhos de participa√ß√£o para a sustentabilidade atrav√©s da transi√ß√£o democr√°tica¬Ē.¬† SATO, M. et all, Insurg√™ncia do grupo-pesquisador na educa√ß√£o ambiental sociopoi√©tica, 2005 ¬ďUm processo educativo eminentemente pol√≠tico, que visa ao desenvolvimento nos educandos de uma consci√™ncia cr√≠tica acerca das institui√ß√Ķes, atores e fatores sociais geradores de riscos e respectivos conflitos socioambientais. Busca uma estrat√©gia pedag√≥gica do enfrentamento de tais conflitos a partir de meios coletivos de exerc√≠cio da cidadania, pautados na cria√ß√£o de demandas por pol√≠ticas p√ļblicas participativas conforme requer a gest√£o ambiental democr√°tica.¬Ē¬† LAYRARGUES; P.P. Crise ambiental e suas implica√ß√Ķes na educa√ß√£o, 2002. "Processo em que se busca despertar a preocupa√ß√£o individual e coletiva para a quest√£o ambiental, garantindo o acesso √† informa√ß√£o em linguagem adequada, contribuindo para o desenvolvimento de uma consci√™ncia cr√≠tica e estimulando o enfrentamento das quest√Ķes ambientais e sociais. Desenvolve-se num contexto de complexidade, procurando trabalhar n√£o apenas a mudan√ßa cultural, mas tamb√©m a transforma√ß√£o social, assumindo a crise ambiental como uma quest√£o √©tica e pol√≠tica." MOUSINHO, P. Gloss√°rio. In: Trigueiro, A. (Coord.) Meio ambiente no s√©culo 21.Rio de Janeiro: Sextante. 2003.
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Evite problemas com exercícios

ATIVIDADE F√ćSICA

Evite problemas com exerc√≠cios. Gin√°stica sem orienta√ß√£o pode provocar les√Ķes nas articula√ß√Ķes do joelho ou nos tend√Ķes, dores na coluna, nos ombros e pesco√ßo, distens√£o muscular, desmaios e at√© paradas respirat√≥rias. Sa√ļde √© Prazer de Viver. Ficar em casa assistindo televis√£o, comendo pipocas, deitado e ouvindo m√ļsica pode oferecer muito mais riscos √† sa√ļde do que fumar, beber, estar com uns quilinhos a mais ou ser hipertens√£o. Isso porque o sedentarismo √© um dos principais fatores de riscos para o desenvolvimento de doen√ßas cr√īnicas n√£o transmiss√≠veis, como problemas cardiovasculares, c√Ęnceres e diabetes. De acordo com dados do Minist√©rio da Sa√ļde, a inatividade f√≠sica √© respons√°vel por 54% dos riscos de morte por dist√ļrbios cardiovasculares, 50% dos de derrames fatais e 37% dos riscos de casos de c√Ęncer.¬†Para fugir dessas estat√≠sticas s√≥ h√° uma alternativa: levante-se do sof√°, deixe a pregui√ßa de lado e mexa-se!
O tipo de exerc√≠cio n√£o importa, desde que seja praticado moderadamente e orientado por profissional habilitado que respeite, acima de tudo, o limite f√≠sico de cada pessoa. Os benef√≠cios s√£o consider√°veis: redu√ß√£o da press√£o arterial e dos n√≠veis de colesterol, queima de calorias, controle da diabetes, fortalecimento muscular e √≥sseo, melhora na capacidade pulmonar e na flexibilidade das articula√ß√Ķes. Al√©m disso tamb√©m h√° aumento da auto-estima e do bem-estar, redu√ß√£o do estresse e melhoria no conv√≠vio Social.No entanto √© preciso muito cuidado na hora de escolher onde malhar. Quando mal orientadas, as atividades f√≠sicas podem ter efeitos contr√°rios. Les√Ķes nas articula√ß√Ķes dos joelhos ou nos tend√Ķes, dores na coluna, nos ombros e pesco√ßo, distens√£o muscular, desmaios e at√© paradas respirat√≥rias s√£o sintomas do exagero na dose de exerc√≠cios ou falta de acompanhamento profissional adequado. Segundo o Conselho de Educa√ß√£o F√≠sica o primeiro passo √© escolher academias registradas no conselho que s√≥ possuem autoriza√ß√£o para funcionar se tiverem todos os profissionais registrados e devidamente habilitados.

COLESTEROL FIQUE DE OLHO NO SEU N√≠veis elevados de colesterol est√£o associados com aterosclerose e doen√ßas coronarianas. As recomenda√ß√Ķes diet√©ticas habituais s√£o para uma ingest√£o di√°ria de colesterol inferior a 300 mg, quantidade que representa cerca de 50% da quantidade ingerida pelos norte-americanos. O colesterol, popularmente chamado de gordura do sangue, √© uma subst√Ęncia gordurosa, esbranqui√ßada e sem odor. N√£o existe nos vegetais, apenas no organismo dos animais. Em pequenas quantidades, √© necess√°rio para algumas fun√ß√Ķes do organismo; em excesso, causa problemas. Encontrado em todas as c√©lulas do organismo, √© utilizado para a produ√ß√£o de muitas subst√Ęncias importantes, incluindo alguns horm√īnios e √°cidos biliares.

O aumento do colesterol Muitos fatores podem contribuir para o aumento do colesterol, como tendências genéticas ou hereditárias, obesidade e atividade física reduzida, porém, um dos fatores mais comuns é a dieta. A dieta rica em colesterol inclui grandes quantidades de alimentos de origem animal: óleos, leite não-desnatado e ovos. As gorduras, sobretudo as saturadas, contribuem para o problema do colesterol elevado. A gordura saturada é um tipo de gordura que, quando ingerida, aumenta a quantidade de colesterol no organismo. Está presente principalmente em alimentos de origem animal. A carne vermelha, mesmo quando aparentemente "magra", possui moléculas de colesterol entre suas fibras e deve ser evitada. As margarinas light ou diet devem ser as escolhidas em substituição à manteiga. As gorduras insaturadas estão presentes principalmente em alimentos de origem vegetal. Elas são essenciais ao organismo, mas o corpo humano não tem condição de produzi-las, sendo utilizado o processo alimentar. A substituição de gorduras saturadas por insaturadas na dieta pode auxiliar a reduzir o colesterol no sangue. Por isso, quando quiser deixar o pão mais saboroso, prefira a margarina light ou diet à manteiga.

O bom e o mau colesterol Podemos dizer que existem v√°rios tipos de colesterol circulando no sangue. O total da soma de todos eles chama-se "Colesterol Total". Como j√° vimos, colesterol √© uma esp√©cie de "gordura do sangue", e como gorduras n√£o se misturam com l√≠quidos, o colesterol √© insol√ļvel no sangue. Por isso, o colesterol precisa da "carona" de certas prote√≠nas para cumprir as suas fun√ß√Ķes. A associa√ß√£o d√° origem √†s chamadas lipoprote√≠nas, essas sim, s√£o aptas a viajar por todo o organismo via corrente sang√ľ√≠nea. As lipoprote√≠nas - ou apenas colesterol - assume algumas formas, sendo divididas em "bom colesterol" (HDL - high density, ou alta densidade) e "mau colesterol" ( LDL - low density ou baixa densidade). Pesquisas provaram que o bom colesterol (HDL), retira o colesterol das c√©lulas e facilita sua elimina√ß√£o do organismo. Por isso √© ben√©fico ao organismo. J√° o mau colesterol (LDL), faz o inverso: ajuda o colesterol a entrar nas c√©lulas, fazendo com que o excesso seja acumulado nas art√©rias sob a forma de placas de gordura. Justamente por isso traz diversos malef√≠cios.

Os níveis de colesterol De acordo com a Sociedade Brasileira de Cardiologia, os níveis ideais de colesterol no sangue devem ser:
  • Colesterol Total - abaixo de 200mg/dL de sangue;
  • Bom Colesterol (HDL) - acima de 35mg/dL de sangue;
  • Mau Colesterol (LDL)-abaixo de 130mg/dL de sangue.


O que fazer para diminuir o nível do mau colesterol Além de uma alimentação equilibrada, há outras maneiras de evitar o aumento do colesterol e até mesmo diminuí-lo:
  • Fazer exerc√≠cios f√≠sicos - a atividade f√≠sica pode ajud√°-lo a emagrecer e a diminuir suas tens√Ķes. Controlando o peso, fazendo exerc√≠cio ou praticando esporte, voc√™ se sente melhor e diminui o risco de infarto;
  • N√£o fumar - o cigarro √© um fator de risco para doen√ßa coron√°ria. Aliado ao colesterol, multiplica os riscos;
  • Evitar o estresse - uma vida com menos estresse tamb√©m, diminui o risco de infarto. Procure transformar suas atividades di√°rias em algo que lhe d√™ satisfa√ß√£o;
  • Fazer uma dieta com baixos n√≠veis de gordura e colesterol - seja rigoroso no controle da alimenta√ß√£o. Lembre-se de que todos os alimentos de origem animal t√™m colesterol. Portanto, d√™ prefer√™ncia a alimentos de origem vegetal: frutas, verduras, legumes e gr√£os.


Alimentos que ajudam a diminuir e a aumentar o colesterol Há alimentos que ajudam a reduzir as taxas de colesterol no sangue, assim como também existem os que devem ser evitados. Para isso, preste atenção nas duas listas abaixo: Alimentos ricos em colesterol
  • Bacon
  • Chantilly
  • Ovas de peixes
  • Biscoitos amanteigados
  • Doces cremosos
  • Peles de aves
  • Camar√£o
  • Queijos amarelos
  • Carnes vermelhas "gordas"
  • Gema de ovos
  • Sorvetes cremosos
  • Creme de leite
  • Lagosta
  • V√≠sceras
Alimentos que ajudam a reduzir o colesterol
  • Aipo
  • Couve-de-bruxelas
  • Baga√ßo da laranja
  • Ameixa preta
  • Ameixa preta
  • Couve-flor
  • Mam√£o
  • Amora
  • Damasco
  • Mandioca
  • Azeite de oliva
  • Ervilha
  • P√£o integral
  • Aveia
  • Farelo de aveia
  • P√™ra
  • Cenoura
  • Farelo de trigo
  • P√™ssego
  • Cereais integrais
  • Feij√£o
  • Quiabo
  • Cevada
  • Figo
  • Vegetais folhosos
Pronto, você já sabe o que é o colesterol e como evitá-lo. Na próxima vez que for fazer suas compras, opte por alimentos que ajudem a diminuir o colesterol e pense duas vezes antes de faltar à academia. Seu corpo agradece duplamente!

Comer bem durante a gravidez vai influenciar durante toda a vida do bebê

Alimenta√ß√£o deve ser equilibrada durante a gravidezA alimenta√ß√£o equilibrada √© um h√°bito recomendado para toda a vida. Durante a gesta√ß√£o, a responsabilidade quanto √† alimenta√ß√£o aumenta, uma vez que implica diretamente no perfeito desenvolvimento do feto. As nutricionistas da Coordena√ß√£o T√©cnica de Nutri√ß√£o do Instituto Nacional de Sa√ļde da Mulher, da Crian√ßa e do Adolescente, Fernandes Figueira (IFF/Fiocruz) Daniele Marano, Marcela Knibel e Roseli Costa, explicam como o consumo dos alimentos saud√°veis durante a gravidez influencia a sa√ļde dos beb√™s.

Qual a import√Ęncia de uma boa alimenta√ß√£o na gravidez?

A alimentação adequada ao longo do período gestacional exerce papel determinante sobre os desfechos relacionados à mãe e ao bebê. Contribui para prevenção de uma série de ocorrências negativas, assegura reservas biológicas necessárias ao parto e pós-parto, garante substrato para o período da lactação, como também favorece o ganho de peso adequado de acordo com o estado nutricional pré-gestacional. Ressalta-se que a inadequação do ganho de peso durante a gestação tem sido apontada como fator de risco tanto para a mãe quanto para a criança, contribuindo para a elevação da prevalência de uma série de problemas.

O que n√£o pode faltar no prato?

As refei√ß√Ķes devem contemplar todos os grupos alimentares existentes. A gestante dever√° ingerir vegetais (folhosos e legumes), frutas, carne bovina, frango, f√≠gado (uma vez por semana), ovos e peixes (sardinha, salm√£o, atum, pescada, cavalinha), leguminosas (feij√£o, gr√£o de bico, lentilha, ervilha), cereais (arroz integral, batata, milho, entre outros), azeites (de prefer√™ncia extra virgem), leite e derivados do leite (fora do hor√°rio do almo√ßo e jantar).

As carnes dever√£o ser assadas, grelhadas, ensopadas ou cozidas, evitando as frituras. Recomenda-se n√£o ingerir gordura vegetal hidrogenada, que pode comprometer o crescimento e o desenvolvimento fetal.

Como devem ser distribu√≠das as refei√ß√Ķes ao longo dos dias?

As refei√ß√Ķes devem ser distribu√≠das em seis vezes ao dia: desjejum, cola√ß√£o, almo√ßo, lanche, jantar e ceia. Os intervalos em m√©dia s√£o de tr√™s horas entre uma e outra refei√ß√£o.

Há uma estimativa de quantos quilos a mulher deve engordar durante a gestação?  

O ganho de peso na gesta√ß√£o deve ser suficiente para promover o desenvolvimento fetal completo e tamb√©m para armazenar nutrientes adequados no organismo materno para o aleitamento. Nenhuma mulher deve perder peso durante a gravidez, independente do seu √ćndice de Massa Corporal (IMC) antes de engravidar. O Institute of Medicine (IOM) recomenda as faixas de ganho de peso ideal durante a gesta√ß√£o.

No caso de gesta√ß√£o de feto √ļnico, o ganho de peso (Kg) recomendado √©:

- Gestantes com baixo peso pré-gestacional: 15,0kg (média); - Gestantes com peso adequado pré-gestacional (eutróficas): 12,5Kg (média); - Gestantes com sobrepeso pré-gestacional: 9,0Kg (média); - Gestantes com obesidade pré-gestacional: 7,0Kg (média).

No caso de gesta√ß√£o m√ļltipla (dois ou mais fetos), o ganho de peso tamb√©m depender√° do estado nutricional pr√©-gestacional, podendo variar de 11,0 Kg (obesidade pr√©-gestacional) a 27,9 Kg (baixo peso pr√©-gestacional).

A gestante dever√° ter acompanhamento nutricional no pr√©-natal, para avalia√ß√£o do estado nutricional, detec√ß√£o de poss√≠veis inadequa√ß√Ķes diet√©ticas, desmistifica√ß√£o de mitos e realiza√ß√£o da educa√ß√£o alimentar e nutricional. As consultas devem ser iniciadas, preferencialmente, no primeiro trimestre da gesta√ß√£o.

Algumas mulheres, especialmente com gêmeos, perdem bastante peso durante e após a gestação por causa dos filhos. Nesses casos, é recomendada a utilização de suplementos nutricionais?

Tanto em mulheres com gesta√ß√£o de feto √ļnico quanto nas gravidezes gemelares pode ocorrer diminui√ß√£o de peso devido √†s adapta√ß√Ķes hormonais. A a√ß√£o do estrog√™nio pode causar n√°useas, v√īmitos e anorexia, principalmente, no primeiro trimestre. A perda de peso ap√≥s o parto ocorre, geralmente, em maior intensidade nos primeiros tr√™s meses e naquelas que amamentam exclusivamente. Os suplementos nutricionais s√£o recomendados nas situa√ß√Ķes em que a demanda nutricional n√£o √© atendida por meio da dieta.


Conceitos de Educação Ambiental

   
"Entendem-se por educa√ß√£o ambiental os processos por meio dos quais o indiv√≠duo e a coletividade constroem valores sociais, conhecimentos, habilidades, atitudes e compet√™ncias voltadas para a conserva√ß√£o do meio ambiente, bem de uso comum do povo, essencial √† sadia qualidade de vida e sua sustentabilidade." Pol√≠tica Nacional de Educa√ß√£o Ambiental - Lei n¬ļ 9795/1999, Art 1¬ļ. ¬ďA Educa√ß√£o Ambiental √© uma dimens√£o da educa√ß√£o, √© atividade intencional da pr√°tica social, que deve imprimir ao desenvolvimento individual um car√°ter social em sua rela√ß√£o com a natureza e com os outros seres humanos, visando potencializar essa atividade humana com a finalidade de torn√°-la plena de pr√°tica social e de √©tica ambiental.¬Ē Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educa√ß√£o Ambiental, Art. 2¬į. ¬ďA educa√ß√£o ambiental √© a a√ß√£o educativa permanente pela qual a comunidade educativa tem a tomada de consci√™ncia de sua realidade global, do tipo de rela√ß√Ķes que os homens estabelecem entre si e com a natureza, dos problemas derivados de ditas rela√ß√Ķes e suas causas profundas. Ela desenvolve, mediante uma pr√°tica que vincula o educando com a comunidade, valores e atitudes que promovem um comportamento dirigido a transforma√ß√£o superadora dessa realidade, tanto em seus aspectos naturais como sociais, desenvolvendo no educando as habilidades e atitudes necess√°rias para dita transforma√ß√£o.¬Ē Confer√™ncia Sub-regional de Educa√ß√£o Ambiental para a Educa√ß√£o Secund√°ria ¬Ė Chosica/Peru (1976) ¬ďA educa√ß√£o ambiental √© um processo de reconhecimento de valores e clarifica√ß√Ķes de conceitos, objetivando o desenvolvimento das habilidades e modificando as atitudes em rela√ß√£o ao meio, para entender e apreciar as inter-rela√ß√Ķes entre os seres humanos, suas culturas e seus meios biof√≠sicos. A educa√ß√£o ambiental tamb√©m est√° relacionada com a pr√°tica das tomadas de decis√Ķes e a √©tica que conduzem para a melhora da qualidade de vida¬Ē Confer√™ncia Intergovernamental de Tbilisi (1977) ¬ďA Educa√ß√£o Ambiental deve proporcionar as condi√ß√Ķes para o desenvolvimento das capacidades necess√°rias; para que grupos sociais, em diferentes contextos socioambientais do pa√≠s, intervenham, de modo qualificado tanto na gest√£o do uso dos recursos ambientais quanto na concep√ß√£o e aplica√ß√£o de decis√Ķes que afetam a qualidade do ambiente, seja f√≠sico-natural ou constru√≠do, ou seja, educa√ß√£o ambiental como instrumento de participa√ß√£o e controle social na gest√£o ambiental p√ļblica.¬Ē QUINTAS, J. S., Salto para o Futuro, 2008 ¬ďA Educa√ß√£o Ambiental nasce como um processo educativo que conduz a um saber ambiental materializado nos valore s√©ticos e nas regras pol√≠ticas de conv√≠vio social e de mercado, que implica a quest√£o distributiva entre benef√≠cios e preju√≠zos da apropria√ß√£o e do uso da natureza. Ela deve, portanto, ser direcionada para a cidadania ativa considerando seu sentido de pertencimento e co-responsabilidade que, por meio da a√ß√£o coletiva e organizada, busca a compreens√£o e a supera√ß√£o das causas estruturais e conjunturais dos problemas ambientais.¬Ē¬† SORRENTINO et all, Educa√ß√£o ambiental como pol√≠tica p√ļblica, 2005 ¬ďA Educa√ß√£o Ambiental, apoiada em uma teoria cr√≠tica que exponha com vigor as contradi√ß√Ķes que est√£o na raiz do modo de produ√ß√£o capitalista, deve incentivar a participa√ß√£o social na forma de uma a√ß√£o pol√≠tica. Como tal, ela deve ser aberta ao di√°logo e ao embate, visando √† explicita√ß√£o das contradi√ß√Ķes te√≥rico-pr√°ticas subjacentes a projetos societ√°rios que est√£o permanentemente em disputa.¬Ē¬† TREIN, E., Salto para o Futuro, 2008 ¬ďA EA deve se configurar como uma luta pol√≠tica, compreendida em seu n√≠vel mais poderoso de transforma√ß√£o: aquela que se revela em uma disputa de posi√ß√Ķes e proposi√ß√Ķes sobre o destino das sociedades, dos territ√≥rios e das desterritorializa√ß√Ķes; que acredita que mais do que conhecimento t√©cnico-cient√≠fico, o saber popular igualmente consegue proporcionar caminhos de participa√ß√£o para a sustentabilidade atrav√©s da transi√ß√£o democr√°tica¬Ē.¬† SATO, M. et all, Insurg√™ncia do grupo-pesquisador na educa√ß√£o ambiental sociopoi√©tica, 2005 ¬ďUm processo educativo eminentemente pol√≠tico, que visa ao desenvolvimento nos educandos de uma consci√™ncia cr√≠tica acerca das institui√ß√Ķes, atores e fatores sociais geradores de riscos e respectivos conflitos socioambientais. Busca uma estrat√©gia pedag√≥gica do enfrentamento de tais conflitos a partir de meios coletivos de exerc√≠cio da cidadania, pautados na cria√ß√£o de demandas por pol√≠ticas p√ļblicas participativas conforme requer a gest√£o ambiental democr√°tica.¬Ē¬† LAYRARGUES; P.P. Crise ambiental e suas implica√ß√Ķes na educa√ß√£o, 2002. "Processo em que se busca despertar a preocupa√ß√£o individual e coletiva para a quest√£o ambiental, garantindo o acesso √† informa√ß√£o em linguagem adequada, contribuindo para o desenvolvimento de uma consci√™ncia cr√≠tica e estimulando o enfrentamento das quest√Ķes ambientais e sociais. Desenvolve-se num contexto de complexidade, procurando trabalhar n√£o apenas a mudan√ßa cultural, mas tamb√©m a transforma√ß√£o social, assumindo a crise ambiental como uma quest√£o √©tica e pol√≠tica." MOUSINHO, P. Gloss√°rio. In: Trigueiro, A. (Coord.) Meio ambiente no s√©culo 21.Rio de Janeiro: Sextante. 2003.
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Comer bem durante a gravidez vai influenciar durante toda a vida do bebê

Alimenta√ß√£o deve ser equilibrada durante a gravidezA alimenta√ß√£o equilibrada √© um h√°bito recomendado para toda a vida. Durante a gesta√ß√£o, a responsabilidade quanto √† alimenta√ß√£o aumenta, uma vez que implica diretamente no perfeito desenvolvimento do feto. As nutricionistas da Coordena√ß√£o T√©cnica de Nutri√ß√£o do Instituto Nacional de Sa√ļde da Mulher, da Crian√ßa e do Adolescente, Fernandes Figueira (IFF/Fiocruz) Daniele Marano, Marcela Knibel e Roseli Costa, explicam como o consumo dos alimentos saud√°veis durante a gravidez influencia a sa√ļde dos beb√™s.

Qual a import√Ęncia de uma boa alimenta√ß√£o na gravidez?

A alimentação adequada ao longo do período gestacional exerce papel determinante sobre os desfechos relacionados à mãe e ao bebê. Contribui para prevenção de uma série de ocorrências negativas, assegura reservas biológicas necessárias ao parto e pós-parto, garante substrato para o período da lactação, como também favorece o ganho de peso adequado de acordo com o estado nutricional pré-gestacional. Ressalta-se que a inadequação do ganho de peso durante a gestação tem sido apontada como fator de risco tanto para a mãe quanto para a criança, contribuindo para a elevação da prevalência de uma série de problemas.

O que n√£o pode faltar no prato?

As refei√ß√Ķes devem contemplar todos os grupos alimentares existentes. A gestante dever√° ingerir vegetais (folhosos e legumes), frutas, carne bovina, frango, f√≠gado (uma vez por semana), ovos e peixes (sardinha, salm√£o, atum, pescada, cavalinha), leguminosas (feij√£o, gr√£o de bico, lentilha, ervilha), cereais (arroz integral, batata, milho, entre outros), azeites (de prefer√™ncia extra virgem), leite e derivados do leite (fora do hor√°rio do almo√ßo e jantar).

As carnes dever√£o ser assadas, grelhadas, ensopadas ou cozidas, evitando as frituras. Recomenda-se n√£o ingerir gordura vegetal hidrogenada, que pode comprometer o crescimento e o desenvolvimento fetal.

Como devem ser distribu√≠das as refei√ß√Ķes ao longo dos dias?

As refei√ß√Ķes devem ser distribu√≠das em seis vezes ao dia: desjejum, cola√ß√£o, almo√ßo, lanche, jantar e ceia. Os intervalos em m√©dia s√£o de tr√™s horas entre uma e outra refei√ß√£o.

Há uma estimativa de quantos quilos a mulher deve engordar durante a gestação?  

O ganho de peso na gesta√ß√£o deve ser suficiente para promover o desenvolvimento fetal completo e tamb√©m para armazenar nutrientes adequados no organismo materno para o aleitamento. Nenhuma mulher deve perder peso durante a gravidez, independente do seu √ćndice de Massa Corporal (IMC) antes de engravidar. O Institute of Medicine (IOM) recomenda as faixas de ganho de peso ideal durante a gesta√ß√£o.

No caso de gesta√ß√£o de feto √ļnico, o ganho de peso (Kg) recomendado √©:

- Gestantes com baixo peso pré-gestacional: 15,0kg (média); - Gestantes com peso adequado pré-gestacional (eutróficas): 12,5Kg (média); - Gestantes com sobrepeso pré-gestacional: 9,0Kg (média); - Gestantes com obesidade pré-gestacional: 7,0Kg (média).

No caso de gesta√ß√£o m√ļltipla (dois ou mais fetos), o ganho de peso tamb√©m depender√° do estado nutricional pr√©-gestacional, podendo variar de 11,0 Kg (obesidade pr√©-gestacional) a 27,9 Kg (baixo peso pr√©-gestacional).

A gestante dever√° ter acompanhamento nutricional no pr√©-natal, para avalia√ß√£o do estado nutricional, detec√ß√£o de poss√≠veis inadequa√ß√Ķes diet√©ticas, desmistifica√ß√£o de mitos e realiza√ß√£o da educa√ß√£o alimentar e nutricional. As consultas devem ser iniciadas, preferencialmente, no primeiro trimestre da gesta√ß√£o.

Algumas mulheres, especialmente com gêmeos, perdem bastante peso durante e após a gestação por causa dos filhos. Nesses casos, é recomendada a utilização de suplementos nutricionais?

Tanto em mulheres com gesta√ß√£o de feto √ļnico quanto nas gravidezes gemelares pode ocorrer diminui√ß√£o de peso devido √†s adapta√ß√Ķes hormonais. A a√ß√£o do estrog√™nio pode causar n√°useas, v√īmitos e anorexia, principalmente, no primeiro trimestre. A perda de peso ap√≥s o parto ocorre, geralmente, em maior intensidade nos primeiros tr√™s meses e naquelas que amamentam exclusivamente. Os suplementos nutricionais s√£o recomendados nas situa√ß√Ķes em que a demanda nutricional n√£o √© atendida por meio da dieta.


Conceitos de Educação Ambiental

   
"Entendem-se por educa√ß√£o ambiental os processos por meio dos quais o indiv√≠duo e a coletividade constroem valores sociais, conhecimentos, habilidades, atitudes e compet√™ncias voltadas para a conserva√ß√£o do meio ambiente, bem de uso comum do povo, essencial √† sadia qualidade de vida e sua sustentabilidade." Pol√≠tica Nacional de Educa√ß√£o Ambiental - Lei n¬ļ 9795/1999, Art 1¬ļ. ¬ďA Educa√ß√£o Ambiental √© uma dimens√£o da educa√ß√£o, √© atividade intencional da pr√°tica social, que deve imprimir ao desenvolvimento individual um car√°ter social em sua rela√ß√£o com a natureza e com os outros seres humanos, visando potencializar essa atividade humana com a finalidade de torn√°-la plena de pr√°tica social e de √©tica ambiental.¬Ē Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educa√ß√£o Ambiental, Art. 2¬į. ¬ďA educa√ß√£o ambiental √© a a√ß√£o educativa permanente pela qual a comunidade educativa tem a tomada de consci√™ncia de sua realidade global, do tipo de rela√ß√Ķes que os homens estabelecem entre si e com a natureza, dos problemas derivados de ditas rela√ß√Ķes e suas causas profundas. Ela desenvolve, mediante uma pr√°tica que vincula o educando com a comunidade, valores e atitudes que promovem um comportamento dirigido a transforma√ß√£o superadora dessa realidade, tanto em seus aspectos naturais como sociais, desenvolvendo no educando as habilidades e atitudes necess√°rias para dita transforma√ß√£o.¬Ē Confer√™ncia Sub-regional de Educa√ß√£o Ambiental para a Educa√ß√£o Secund√°ria ¬Ė Chosica/Peru (1976) ¬ďA educa√ß√£o ambiental √© um processo de reconhecimento de valores e clarifica√ß√Ķes de conceitos, objetivando o desenvolvimento das habilidades e modificando as atitudes em rela√ß√£o ao meio, para entender e apreciar as inter-rela√ß√Ķes entre os seres humanos, suas culturas e seus meios biof√≠sicos. A educa√ß√£o ambiental tamb√©m est√° relacionada com a pr√°tica das tomadas de decis√Ķes e a √©tica que conduzem para a melhora da qualidade de vida¬Ē Confer√™ncia Intergovernamental de Tbilisi (1977) ¬ďA Educa√ß√£o Ambiental deve proporcionar as condi√ß√Ķes para o desenvolvimento das capacidades necess√°rias; para que grupos sociais, em diferentes contextos socioambientais do pa√≠s, intervenham, de modo qualificado tanto na gest√£o do uso dos recursos ambientais quanto na concep√ß√£o e aplica√ß√£o de decis√Ķes que afetam a qualidade do ambiente, seja f√≠sico-natural ou constru√≠do, ou seja, educa√ß√£o ambiental como instrumento de participa√ß√£o e controle social na gest√£o ambiental p√ļblica.¬Ē QUINTAS, J. S., Salto para o Futuro, 2008 ¬ďA Educa√ß√£o Ambiental nasce como um processo educativo que conduz a um saber ambiental materializado nos valore s√©ticos e nas regras pol√≠ticas de conv√≠vio social e de mercado, que implica a quest√£o distributiva entre benef√≠cios e preju√≠zos da apropria√ß√£o e do uso da natureza. Ela deve, portanto, ser direcionada para a cidadania ativa considerando seu sentido de pertencimento e co-responsabilidade que, por meio da a√ß√£o coletiva e organizada, busca a compreens√£o e a supera√ß√£o das causas estruturais e conjunturais dos problemas ambientais.¬Ē¬† SORRENTINO et all, Educa√ß√£o ambiental como pol√≠tica p√ļblica, 2005 ¬ďA Educa√ß√£o Ambiental, apoiada em uma teoria cr√≠tica que exponha com vigor as contradi√ß√Ķes que est√£o na raiz do modo de produ√ß√£o capitalista, deve incentivar a participa√ß√£o social na forma de uma a√ß√£o pol√≠tica. Como tal, ela deve ser aberta ao di√°logo e ao embate, visando √† explicita√ß√£o das contradi√ß√Ķes te√≥rico-pr√°ticas subjacentes a projetos societ√°rios que est√£o permanentemente em disputa.¬Ē¬† TREIN, E., Salto para o Futuro, 2008 ¬ďA EA deve se configurar como uma luta pol√≠tica, compreendida em seu n√≠vel mais poderoso de transforma√ß√£o: aquela que se revela em uma disputa de posi√ß√Ķes e proposi√ß√Ķes sobre o destino das sociedades, dos territ√≥rios e das desterritorializa√ß√Ķes; que acredita que mais do que conhecimento t√©cnico-cient√≠fico, o saber popular igualmente consegue proporcionar caminhos de participa√ß√£o para a sustentabilidade atrav√©s da transi√ß√£o democr√°tica¬Ē.¬† SATO, M. et all, Insurg√™ncia do grupo-pesquisador na educa√ß√£o ambiental sociopoi√©tica, 2005 ¬ďUm processo educativo eminentemente pol√≠tico, que visa ao desenvolvimento nos educandos de uma consci√™ncia cr√≠tica acerca das institui√ß√Ķes, atores e fatores sociais geradores de riscos e respectivos conflitos socioambientais. Busca uma estrat√©gia pedag√≥gica do enfrentamento de tais conflitos a partir de meios coletivos de exerc√≠cio da cidadania, pautados na cria√ß√£o de demandas por pol√≠ticas p√ļblicas participativas conforme requer a gest√£o ambiental democr√°tica.¬Ē¬† LAYRARGUES; P.P. Crise ambiental e suas implica√ß√Ķes na educa√ß√£o, 2002. "Processo em que se busca despertar a preocupa√ß√£o individual e coletiva para a quest√£o ambiental, garantindo o acesso √† informa√ß√£o em linguagem adequada, contribuindo para o desenvolvimento de uma consci√™ncia cr√≠tica e estimulando o enfrentamento das quest√Ķes ambientais e sociais. Desenvolve-se num contexto de complexidade, procurando trabalhar n√£o apenas a mudan√ßa cultural, mas tamb√©m a transforma√ß√£o social, assumindo a crise ambiental como uma quest√£o √©tica e pol√≠tica." MOUSINHO, P. Gloss√°rio. In: Trigueiro, A. (Coord.) Meio ambiente no s√©culo 21.Rio de Janeiro: Sextante. 2003.
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E o cadastramento escolar deste ano?

O cadastro escolar é realizado anualmente pela Secretaria de Estado de Educação (SEE), em conjunto com as prefeituras municipais. Devem se inscrever crianças com seis anos completos ou a completar até 30 de junho do ano em que vão começar a estudar, candidatos às vagas nos demais anos do ensino fundamental que estão se transferindo de outros Estados, municípios ou escolas particulares e, ainda, alunos que vão retomar seus estudos.

Em 2014, a inscrição para o Cadastro Escolar será realizada no período de 21/07/2014 a 25/07/2014, nas agências dos Correios em Belo Horizonte e nos Postos de Inscrição definidos pela Comissão Municipal de Cadastramento, nas cidades do interior. Os documentos necessários ao cadastramento estão listados abaixo. Os alunos já matriculados no ensino fundamental de escolas públicas não precisam se cadastrar.

Documentos necessários: Certidão de nascimento (original e cópia); Conta de luz recente (original e cópia); Comprovante de escolaridade, em caso de transferência para a rede pública ou retorno aos estudos. Valor: Gratuito


Já pensou em fazer carreira militar?

As Forças Armadas Brasileiras não são compostas apenas por militares originários do serviço militar obrigatório. É possível ingressar no Exército, Marinha ou Aeronáutica e seguir carreira nos níveis escolares fundamental, médio ou superior e em diversas áreas de atuação, como medicina, comunicação e engenharia, entre outras.

Cada uma das Forças Armadas possui peculiaridades no processo de seleção, porém, homens e mulheres têm a possibilidade de ingressar no serviço militar a partir da adolescência, mediante aprovação em concurso público, de âmbito nacional, em alguma das Escolas de Formação específicas de cada Força.

A situação do jovem que presta o serviço militar obrigatório, cumprindo o que determina a Lei do Serviço Militar, é diferente da situação do jovem que se inscreve para prestar concurso para uma das Escolas da Força. O primeiro, por força da lei, permanece em alguma das Forças Armadas por um período temporário de no máximo oito anos, diferentemente do jovem aprovado em concurso, que poderá seguir a carreira das Armas e permanecerá na Força até passar para a Reserva Remunerada (uma espécie de aposentadoria militar).



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